Minha trajetória começou no relacionamento com clientes e na gestão comercial, onde aprendi cedo que toda operação, por mais técnica que seja, existe para servir pessoas. Com o tempo, assumi responsabilidades operacionais no segmento HVAC-R e passei a conviver diariamente com equipes de campo, contratos de manutenção e a complexidade real de manter estruturas funcionando bem.
Foi nesse ambiente que percebi um padrão: boa parte das dificuldades das operações não estava nas pessoas, e sim na ausência de informação organizada. Comecei a estruturar dados, criar controles e desenhar indicadores — primeiro em planilhas, depois em dashboards, e naturalmente em sistemas completos que eu mesmo passei a desenvolver.
Hoje, atuo na interseção entre operação e tecnologia. Conheço o chão de fábrica e a sala de reunião, a rotina do técnico e a necessidade do diretor. Essa dupla perspectiva me permite construir soluções que fazem sentido na prática: sistemas que as equipes realmente usam e informações nas quais a gestão realmente confia.
Não acredito em tecnologia pela tecnologia. Acredito em processos claros, dados confiáveis e decisões bem informadas — e é isso que procuro entregar, com consistência e discrição, em cada projeto.